domingo, 13 de maio de 2007

Mãe: um anjo na terra


É, hoje é domingo. Mas não é um domingo qualquer. É um dia em que paramos para homenagear uma das pessoas mais especiais de nossas vidas (pelo menos na minha vida é...).
É dia daquela pessoa que nos carregou durante nove meses, é dia daquela amiga que nós sabemos que podemos sempre contar, é dia daquela pessoa que chora junto mas que também ri, é dia daquela pessoa que nos ensinou tudo o que sabemos, é dia daquela pessoa que nos ensinou a ser o que somos, é dia daquela mulher guerreira, determinada, especial.
É, é dia das mães. Mas o dia das mães não deveria ser somente um dia por ano, afinal não é somente nesse domingo que mãe é mãe. Mãe é mãe todos os dias. Mãe não deixa de ser mãe nunca. Ela sempre está preocupada com você, se você está bem agasalhado, se não está com fome, se precisa de ajuda, se está bem. Mãe não tem hora marcada para entrar em cena. Ela não se importa de passar a noite acordada cuidando de você, fazendo você dormir, não se importa de deixar de comer aquilo que gosta só para deixar um pouco mais para seu filho, não se importa de passar frio só para ver seu filho bem agasalhado, não se importa de deixar de fazer aquilo que gosta só para fazer aquilo que você gosta. Mãe é mãe.
Mãe é um anjo enviado por Deus para nos protejer aqui na terra, só pode. Porque não existe criatura mais sublime na terra. E hoje nós nos lembramos delas com um carinho especial. Nos lembramos de como é bom ter uma mãe sempre por perto, pronta a nos acolher e nos dar aquele colinho que só mãe sabe dar. E eu agradeço a Deus todos os dias por ter me dado uma mãe.
Mãe, eu amo você. Obrigada por me mostrar o certo e o errado. Obrigada por estar sempre comigo. Obrigada por me amar do jeito que sou.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

E mais uma vez o Grêmio nos surpreende...


Gritos, chingões, palavrões, choros, unhas roídas, mãos suadas. Isso é apenas algumas das emoções que eu vi e ouvi ontem a noite. Isso era mais uma partida de futebol. Uma “baita” partida podemos dizer.
Mais uma vez, o Grêmio entrou em campo e levou muitos torcedores ao estádio Monumental, a arrumar um lugarzinho no sofá lotado em frente à TV ou mesmo a pegar o seu bom e velho radinho de pilhas e torcer. Torcer muito. Um jogo que garantiria uma vaga para as quartas de final de um dos campeonatos mais importantes e disputados na América, a Libertadores. Apenas um dos clubes em campo sairia com a vitória. Era ganhar ou perder. Grêmio ou São Paulo. Qual dos dois sairia com essa vitória? O São Paulo estava em vantagem por ter ganho, em casa, de 1 x 0 no jogo de ida. O Grêmio, para vencer, teria que ganhar por dois gols de diferença ou de 1 x 0 para ir para a penalidade máxima.
Com a bola em campo, os dois times lutaram como guerreiros para dominá-la. O jogo não foi fácil. Aos 17 minutos do primeiro tempo Tcheco marca o primeiro gol do Grêmio. Pronto. Já estávamos nos pênaltis.
Mas o segundo tempo começa com uma forte pressão do time adversário. O São Paulo estava com tudo. O medo tomou conta dos torcedores. Faltando apenas 16 minutos para o fim, o Grêmio nos surpreendeu e marca o segundo gol. Diego Souza deixou Rogério Ceni “a ver navios”. A torcida estava mais agitada do que nunca. Agora era esperar pelo apito final. Os são paulinos estavam arrasados. O segundo gol desestruturou o time adversário, que mesmo tendo chance de salvar o jogo, não conseguiu.
Aos 47 e meio o juiz apita: fim de jogo. O Grêmio vence o São Paulo por 2 x 0.
Quem diria que isso seria possível? Nós, torcedores gremistas diríamos. Afinal, para o Grêmio nada é impossível!!

sexta-feira, 4 de maio de 2007

E viva o primeiro blog...

Então é isso: Aqui estou eu. Resolvi também criar um blog, já que todo mundo que se diz jornalista tem um, porque não ter o meu? Ta certo que ainda não sou jornalista, sou apenas uma aspirante a jornalista. Mas estou fazendo o possível para se tornar uma.. afinal, é essa profissão que escolhi no dia da inscrição para o vestibular, lá em 2005. Alías, não sei como vim parar aqui, nessa profissão. Fui eu que escolhi? Ou foi meu pai? Não sei, só sei que aqui estou, mais precisamente no 3º semestre do curso de Comunicação Social, com enfase em Jornalismo. UAU. Que medo. E que mudança... de uma simples menina que morava em Blumenau, SC, que ja sonhou em ser veterinária, advogada, engenheira, até modelo, agora mora em Porto Alegre, e esta prestes a ser jornalista! Quem diria... cheguei até me assustar. Será que é isso mesmo que quero pra mim? Pro meu futuro? Será que é essa a minha vocação? Tá certo que não fiz aquele teste, que todo estudante de ensino médio faz, ou devaria fazer, para ver qual sua vocação profissional, o tal de "teste vocacional". Mas se meu pai, a pessoa que mais confio nesse mundo e que me mostrou e mostraa o que é certo e o que é errado, diz que tenho essa vocação, então devo confiar e acreditar. Afinal ele me conhece muito bem. Ou não?!?!? Ta, não vou ficar aqui filosofando sobre a minha vida profissional... o que importa é que eu curti essa profissão e como ja disse, todo jornalista que se preze tem seu blog, cá estou eu, criando meu primeiro blog. Uhu!! õ/